sou contra

Porque sou contra? Porque sim. Oras bolas!

Por quê as pessoas tem que se meter na minha opinião. Falo o que quiser e da maneira que quiser. Não estamos numa democracia!?

Ah… Você me diz que tenho que argumentar. Argumentar o quê seu bostinha! O que você sabe da vida?

Sou isso e aquilo, me formei naquilo na Universidade Blá Blá Blá! Tenho formação, e sei o que digo porquê estudei. debrucei em livros, e por isso, sei.

Compartilhar o que eu aprendi? Tá louco?

O negócio é o seguinte…. SOU CONTRA!

 

 

1 Comentário

  1. Hossam disse:

    “Nacionalismo ou Internacionalismo Econf3mico?- c9 partide1rio duma poledtica peisrccionotta aduaneira ou dum franco internacionalismo econf3mico?E Salazar, sacando dos seus f3culos escuros, que o defendem da poeira e da luz:- Tarifas moderadas, educativas, que ne3o constituam nunca uma proibie7e3o nem atmosfera para se desenvolver o parasitismo econf3mico. Eu defendo um nacionalismo econf3mico, sim, mas que ne3o esquece o nacionalismo econf3mico, igualmente legedtimo, dos outros paedses… Eu sei que este escrfapulo, este respeito excessivo pelas necessidades estranhas, ne3o e9 do nosso tempo, mas julgo, precisamente, que esse egoedsmo condene1vel e9 a causa fundamental do profundo desacordo econf3mico e financeiro que embarae7a a narcha da Europa e do globo. O que falta, sobretudo ao mundo contempore2neo, e9 aquela indispense1vel moral internacional, sem a qual ne3o he1 confiane7a nem harmonia possedvel. Compromissos, tratados, acordos se3o letra morta, em geral, e fazem-se… para fazer alguma coisa, sabendo-se je1 que ne3o ve3o ser cumpridos, para entreter, para passar o tempo, como as criancinhas que fazem carapue7as ou barquinhos de papel…Compreende-se le1 a desfae7atez com que certos paedses gelam, repentinamente, os cre9ditos alheios ou desvalorizam a sua moeda a 0 ! A chave da crise, acredite-me, este1 nesse egoedsmo, nessa condene1vel indiferene7a pelos interesses dos outros… As dificuldades econf3micas, quanto a mim, devem ser resolvidas, efectivamente, no quadro nacional, mas subordinando a solue7e3o, para seu prf3prio interesse, a uma necesse1ria colaborae7e3o internacional. Essa colaborae7e3o, eu sei, obriga-nos, por vezes, a sacrifedcios, mas sf3 ela pode trazer a confiane7a e com esta o novo equiledbrio. Trabalho em obedieancia a estes princedpios, e pago – paga o Paeds, o que isso, por vezes, custa. O fanico dinheiro que na gereancia das finane7as pfablicas tenho a conscieancia de ter perdido ou de ne3o ter salvo foi o que deixei em Londres, quando do abandono do padre3o-ouro. Para mim e9 certo que a Inglaterra entrou na crise da libra com espedrito diferente do que depois veio a ter: abandonou o outro porque ne3o pf4de aguentar-se. Eu podia, com pequeno prejuedzo, ter feito a transfereancia de depf3sitos para outros paedses. Mas o dever ne3o era, nesses momentos, agravar dificuldades; era evite1-las, por elege2ncia e lealdade. E o mesmo tenho feito, dentro da nossa pequenez, noutros casos e com outros paedses. Devo dizer-lhe, pore9m, que me sinto isolado na Europa e que acabarei, possivelmente, por fazer o que os outros fazem…- Para defender os prf3prios interesses nacionais… – sublinho.- Sem dfavida! – replica Salazar com vivacidade – mas bastante contrariado e com pena de que o Mundo ne3o compreenda que essa moral, que ele abandonou, e9 um ponto de apoio te3o necesse1rio e0 vida das nae7f5es como e0 vida das sociedades. A fanica forma de remediar a crise de qualquer paeds enfermo e9 ter confiane7a nas suas possibilidades de cura e ne3o olhar como se ele je1 estivesse morto. Ne3o esquee7amos que as corridas intempestivas aos bancos, quando os bancos ne3o este3o falidos, se3o perigosedssimas, porque podem, efectivamente, trazer-lhes a faleancia…Digo com admirae7e3o:- Linguagem nobiledssima, herf3ica, mas que a nossa e9poca desvairada ne3o pode entender…E Salazar, com irf3nica mas triste resignae7e3o:- Tem raze3o… eu sei que isto je1 ne3o e9 do nosso tempo, ou ne3o e9 ainda do nosso tempo. Foi, pore9m, assim, ne3o he1 muitos anos, e as crises ne3o se manifestaram te3o agudas nem te3o conflituosas. a moral, quer entre os indivedduos, quer entre as nae7f5es, e9 sempre o equiledbrio, a safade. Vou mais longe: podere1 haver moral individual sem haver moral internacional? Que pode fazer uma sociedade que recebe esses pe9ssimos exemplos de te3o alto? As relae7f5es entre os indivedduos acabam por ser o espelho das relae7f5es entre as nae7f5es… A desmoralizae7e3o internacional estimula e justifica a prf3pria desmoralizae7e3o nacional e individual”

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