Estamos passando por uma baita crise financeira internacional, causada pelo mercado. Que destruiu empresas e empregos, pra não falar de vidas humanas. Nossas empresas tiveram queda das exportações, mas graças a demanda interna, aumento do consumo interno, conseguiram escoar suas mercadorias, em sua maioria produtos da agropecuária.

As empresas tiveram atendida a sua reivindicação de capacitação de mão de obra graças aos programas educacionais como PROUNI, FIES e outros, aumentando a produtividade, produção e lucro, com isenções na folha de pagamentos.

As pessoas estão viajando mais de ônibus e de avião, acrescendo a receita turística do Brasil, gerando empregos em hotéis, e comércios locais, como feiras de artesanato e afins.

O consumo interno aumentou e as famílias estão comprando bens de imobiliário e eletrodoméstico, que auxilia a vida doméstica, melhorando o bem estar da família.

Reformas jurídicas importantes foram feitas e empregadas domésticas têm agora condições e salários melhores, além do amparo da lei.

O crédito foi facilitado e milhões de pessoas podem agora pagar suas dívidas e financiar bens de mais elevado valor. Coisa que era impossível há 15 anos.

Ainda faltam serem cuidados a saúde e a segurança. Mas já percebe-se que muitas coisas já foram feitas e estão se aperfeiçoando. Corruptos estão sendo denunciados e presos, lei da ficha limpa impede que desonestos concorram à cargos de representação popular, a lei da transparência possibilita que nós façamos a fiscalização correta dos gastos dos governos e dos parlamentares.

Mas a carga tributária aumentou. Mas de onde viria toda a receita para os investimentos públicos senão dos impostos? Pois é… E ainda tem o orçamento reduzido por conta dos juros da dívida histórica e impagável que corrói cerca de 30% de tudo que é arrecadado, cujo não pagamento recairia num boicote internacional, como ocorrido no passado. Esse é o maior custo Brasil a minha humilde opinião.

As dívidas dos Estados e Municípios também aumentaram. A falta de gestão pública ainda persiste na maioria dos municípios e estados, mas existem bancos públicos de refinanciamento para gestores idôneos. Então nem tudo está perdido.

O brasileiro está educado a ter medo do futuro, da inflação do mês seguinte, do desemprego, do aumento da gasolina que indexa todos os demais preços. Do amanhã.

Se os empresários empreendedores tiverem o pessimismo sempre na ponta do lápis, este será o futuro que estarão permitindo acontecer. A prosperidade deve ser para todos e não, para um punhado de afortunados em detrimento da população. Expectativas negativas geram especulações também negativas e, um pessimismo generalizado impede que o país cresça e se desenvolva.

 

reducao-pobreza

 

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